Seminário discute Neoliberalismo, recursos naturais e conflitos globais, dia 9, no IFCS

No dia 8, aula com José Valenzuela e lançamento de dossiê sobre a Amazônia, com presença da professora Ana Esther Ceceña, ambos do México

Thu, 02 May 2019 17:34:00 -0300

 
 
O Núcleo de Estudos sobre Geopolítica, Integração Regional e Sistema Mundial (GIS/UFRJ) e o Instituto Tricontinental, em parceria com outros centros de pesquisa e organizações populares e sindicais, promovem no próximo dia 9 (quinta-feira),das 16h às 19h, o seminário"Neoliberalismo, Recursos Naturais e Conflitos Globais", no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS-UFRJ). Na véspera (8), das 14h às 18h, no mesmo local, o professor José Valenzuela, da Universidade Autônoma Metropolitana (UAM), do México, dará o minicurso "México: da crise neoliberal a uma possível mudança estrutural", seguido pelo lançamento, no Armazém Campo, do "Dossiê 14: Amazônia Brasileira, a pobreza do homem como resultado da riqueza da terra", com a presença de Ana Esther Ceceña, da Universidade Autonônoma Mexicana (Unam), e do professor Ary Miranda, da Fiocruz.
 
Os dois professores mexicanos participam do seminário, que também terá a presença de Alexânia Rossato (MAB – Brasil), dirigente do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). 
 
As três atividades, nos dias 8 e 9, integram a programação do terceiro evento do Ciclo de Seminários de Análise da Conjuntura Mundial, que tem o propósito de refletir sobre os aspectos geopolíticos dos processos e projetos de integração regional em andamento na América Latina, a partir de uma visão que incorpore as estratégias em disputa em diferentes segmentos. 
 
O "Dossiê 14: Amazônia Brasileira, a pobreza do homem como resultado da riqueza da terra" foi produzido pelo Instituto Tricontinental de Pesquisa Social. Segundo dados do documento, a região abriga 170 povos indígenas, 357 comunidades remanescentes de quilombos e milhares de comunidades de seringueiros, ribeirinhos, assentados de reforma agrária, entre outros. Representa 61% do território nacional, 98% das terras indígenas e 77% das unidades de conservação. 
 
Os ataques do capital e do Estado brasileiro à Amazônia, alerta o dossiê, vêm na forma de desmatamento, atividades madereiras e queimadas ilegais, expansão desordenada da pecuária e da soja, e implantação de grandes projetos minerais e energéticos. Temas que estarão no centro dos debates do “Seminário Neoliberalismo, Recursos Naturais e Conflitos Globais".
 
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